Energia solar para empresas
Geração própria para indústrias e empresas, do estudo de viabilidade ao O&M.
Energia elétrica é uma das maiores linhas de custo fixo de quem produz. Gerar a própria energia tira essa linha da inflação tarifária e a transforma em um ativo no balanço. A Stoyan projeta, executa e opera usinas de autoconsumo para indústrias, comércio, agronegócio e operações de infraestrutura desde 2009.
O que entregamos
- Estudo de viabilidade técnica e financeira. Análise das faturas, do perfil de demanda e do enquadramento tarifário, com projeção de economia e de retorno no cenário da Lei 14.300.
- Projeto executivo. Dimensionamento, estudo de sombreamento, análise estrutural da cobertura ou do terreno, proteção e adequação do quadro elétrico.
- Homologação junto à distribuidora. Documentação, parecer de acesso e vistoria conduzidos pela nossa equipe.
- Execução da obra. Equipes próprias e fornecimento de equipamentos, com cronograma e responsabilidade técnica definidos em contrato.
- Operação e manutenção. Monitoramento e O&M para que a geração contratada continue acontecendo depois da entrega.
- Armazenamento, quando a conta pede. Integração com sistemas BESS para corte de ponta e continuidade operacional.
Modalidades possíveis
Nem toda empresa precisa da mesma estrutura. Avaliamos qual arranjo se encaixa na sua operação e no seu caixa.
- Geração no local. Usina na cobertura, no solo ou em estacionamento coberto da própria unidade.
- Autoconsumo remoto. Usina em outro terreno, com os créditos abatidos nas unidades consumidoras do mesmo titular, dentro da área da mesma distribuidora.
- Múltiplas unidades. Rateio dos créditos entre filiais, lojas ou centros de distribuição.
- Sistema híbrido. Solar somado a bateria ou a gerador existente, quando a continuidade é tão crítica quanto o custo.
O que a Lei 14.300 mudou para a sua empresa
A Lei 14.300/2022 encerrou a compensação integral que existia sob a Resolução 482. Hoje o consumidor com geração própria paga um percentual da componente de distribuição (o Fio B) sobre a energia injetada na rede, em uma escala progressiva que chega a 60% em 2026 e continua subindo até 2029. Projetos com solicitação de acesso protocolada até 7 de janeiro de 2023 mantêm a regra anterior até 2045.
Na prática, isso muda o cálculo de retorno e valoriza dois pontos: dimensionar a usina em função da curva de consumo real, e não do consumo anual médio, e consumir a energia no momento em que ela é gerada. Toda proposta que fazemos parte desse cenário, com o calendário do Fio B aplicado ano a ano.
Para quem faz sentido
- Unidades com conta de energia acima de R$ 10 mil por mês, onde o ganho justifica o projeto de engenharia.
- Indústrias no Grupo A que pagam demanda contratada e querem previsibilidade de custo.
- Agronegócio com irrigação, resfriamento, armazenagem ou processamento.
- Redes com várias unidades consumidoras sob o mesmo CNPJ ou mesmo titular.
- Empresas com metas de descarbonização que precisam de dados de emissões evitadas para reportar.
Como começa
Você envia as faturas dos últimos 12 meses da unidade. Nossa equipe técnica devolve um estudo com o dimensionamento preliminar, a economia projetada, a faixa de investimento e o tempo de retorno estimado. Sem custo e sem compromisso de contratação.
Perguntas frequentes
Qual o retorno de um projeto de energia solar para empresas?
Na maior parte dos projetos comerciais e industriais que executamos, o retorno fica entre 3 e 6 anos. A faixa depende do enquadramento tarifário, do perfil de consumo, da distribuidora e do custo de instalação no local. O estudo de viabilidade apresenta o número do seu caso, não uma média.
A empresa precisa investir capital próprio?
Não necessariamente. Além da aquisição direta, existem linhas de financiamento para eficiência energética e geração distribuída, com prazos que costumam permitir parcela próxima da economia gerada. Apresentamos as alternativas junto com a proposta técnica.
A usina zera a conta de luz?
Não. Mesmo com geração dimensionada para todo o consumo, permanecem o custo de disponibilidade, a demanda contratada no Grupo A, os tributos aplicáveis e a parcela do Fio B sobre a energia injetada. O que a usina faz é reduzir de forma relevante e previsível a maior parte dessa conta.
Quanto tempo leva do contrato à energia gerando?
O cronograma depende do porte e da obra, mas o prazo que mais varia é a homologação na distribuidora, que independe da execução. Por isso o contrato separa o cronograma de obra do prazo de conexão, e acompanhamos o processo junto à concessionária.
E a manutenção depois da entrega?
Usina sem manutenção perde geração de forma silenciosa. Oferecemos contratos de O&M com monitoramento, limpeza, termografia e relatórios de desempenho, inclusive para usinas executadas por terceiros.
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São 17 anos de projetos de energia, mais de 3.000 sistemas entregues e presença em 24 estados. Veja alguns dos nossos cases ou conheça as demais soluções.